Las Tortugas
As tartarugas marinhas são animais extraordinários. Desde o dia em que entram pelo mar adentro em bébés, viajam incansavelmente pelos oceanos deste mundo e regressam sempre à praia onde nasceram para proceder ao início de mais um ciclo... a desova. Existem há vários milhões de anos no planeta (a Leatherback Turtle, ou Baula Turtle, é mesmo um dos répteis mais antigos que ainda andam entre nós, sendo mesmo comparável a um dinossauro...) mas nunca se sentiram tão ameaçadas como nos últimos 100 anos, quando as actividades humanas começaram a ameaçar o frágil equilíbrio da natureza. O aumento da actividade piscatória, o desenvolvimento desenfreado das zonas costeiras, a poluição dos oceanos e rios, o completo desrespeito pela natureza e seres vivos que partilham o planeta connosco, levou a que hoje em dia, ao invés de se verem milhares de tartarugas nas praias nas épocas da desova, se vejam apenas algumas dezenas, muitas delas feridas e em más condições de saúde.
Apesar de serem animais pré-históricos, muito há ainda para aprender e estudar acerca destes simpáticos e lendários animais. Sabe-se que os oceanos são necessários para a sua sobrevivência e que um bom habitat é imprescindível para elas procederem à desova.
As tartarugas bébés são as que mais estão em risco. Os ovos e os recém-nascidos estão muitas vezes à mercê de predadores como racoons (guaxinim) e gaivotas. E se agora temos tão poucas tartarugas que conseguem chegar à sua praia para desovar, torna-se imperioso preservar os poucos ovos que existem. Em algumas praias e reservas naturais são usadas jaulas de metal para proteger os ovos enquanto estão a ser incubados nos ninhos.
A grande maioria das tartarugas nasce durante a noite. Se a praia estiver iluminada artificialmente, elas ficam desorientadas e podem correr em direcção à luz em vez de correrem para o mar... se isto acontecer podem morrer de desidratação, mais facilmente são apanhadas por predadores, e podem mesmo ser atropeladas se forem para ruas ou parques. Por isso é importante preservar certas praias e neste momento está a ser feito um esforço em vários países, incluindo a Costa Rica, para travar o crescimento de resorts em áreas protegidas, apostando simultaneamente na educação ecológica da população local.
Como é que podemos ajudar deste lado do oceano Atlântico? Não poluir não poluir não poluir... o mar e rios. Respeitar respeitar respeitar... a natureza. Muitas tartarugas morrem ao ingerirem sacos plásticos que andam à deriva no mar, confundindo-os com medusas, que fazem parte integrante da alimentação destes animais. Não comprar, nem de alguma forma contribuir para o comércio de produtos e "recuerdos" feitos à custa da morte e sofrimento animal. Educar as gerações vindouras sobre a importância do respeito pela natureza e seus recursos. É este o caminho.
Apesar de serem animais pré-históricos, muito há ainda para aprender e estudar acerca destes simpáticos e lendários animais. Sabe-se que os oceanos são necessários para a sua sobrevivência e que um bom habitat é imprescindível para elas procederem à desova.
As tartarugas bébés são as que mais estão em risco. Os ovos e os recém-nascidos estão muitas vezes à mercê de predadores como racoons (guaxinim) e gaivotas. E se agora temos tão poucas tartarugas que conseguem chegar à sua praia para desovar, torna-se imperioso preservar os poucos ovos que existem. Em algumas praias e reservas naturais são usadas jaulas de metal para proteger os ovos enquanto estão a ser incubados nos ninhos.
A grande maioria das tartarugas nasce durante a noite. Se a praia estiver iluminada artificialmente, elas ficam desorientadas e podem correr em direcção à luz em vez de correrem para o mar... se isto acontecer podem morrer de desidratação, mais facilmente são apanhadas por predadores, e podem mesmo ser atropeladas se forem para ruas ou parques. Por isso é importante preservar certas praias e neste momento está a ser feito um esforço em vários países, incluindo a Costa Rica, para travar o crescimento de resorts em áreas protegidas, apostando simultaneamente na educação ecológica da população local.
Como é que podemos ajudar deste lado do oceano Atlântico? Não poluir não poluir não poluir... o mar e rios. Respeitar respeitar respeitar... a natureza. Muitas tartarugas morrem ao ingerirem sacos plásticos que andam à deriva no mar, confundindo-os com medusas, que fazem parte integrante da alimentação destes animais. Não comprar, nem de alguma forma contribuir para o comércio de produtos e "recuerdos" feitos à custa da morte e sofrimento animal. Educar as gerações vindouras sobre a importância do respeito pela natureza e seus recursos. É este o caminho.
Espero conseguir fazer a diferença e conseguir salvar pelo menos uma tartaruga.
Beijinhos e até já

